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A exposição, que acontece dia 14, das 18h às 22h,
traz os vídeo-relatos resultante das entrevistas. São depoimentos de
frequentadores dos cinemas e de pessoas que trabalharam nestas salas. Nos
telões que estarão dispostos no Hidroviário, também serão exibidos trechos de
filmes que marcaram o período. Numa estrutura dinâmica, idealizada em parceria com o projeto
de biodesign Reconstruçoes, as pessoas poderão tanto ver os vídeos como também
escutar áudios com diversos depoimentos sobre a época e sobre a própria
exposição.
Apropriando-se do audiovisual, a exposição leva para um dos mais tradicionais espaços públicos da cidade, o Hidroviário da Orla, olhares e relatos sensíveis sobre a relação das pessoas com as salas de cinema que já funcionaram no município. Além de inovar no conceito de mostragem – tendo como suporte os formatos em áudio e vídeo -, o projeto também surpreende por causa da densa pesquisa que fundamenta a idéia.
“O objetivo maior é poder trazer a discussão
para a própria sociedade sobre sua história cultural. Fazer com que as pessoas
pensem sobre o seu papel nesta realidade, problematizar e trazer a discussão
sobre a aparição e o desaparecimento do cinema na cidade. Quero dividir algumas
reflexões com a cidade”, explica Jose Sena.
Patrocínio: UFPA;
Arte e Cultura – PROEX. Apoio: Programa
de Pós-graduação em Linguagens e Saberes na Amazônia – Campus de Bragança; Prefeitura
de Breves; Faculdade de Letras - Campus de Breves; Reconstruções; Garfo e Faca;
Schincariol; CineLetras; Cine Gempac; Grupo de Trabalho em Imagem – GTI, CAPES.
Serviço: Exposição
“Cinema no Marajó, Breves Películas”. Dia 14, sábado, das 18h as 22h. Local:
Hidroviario de Breves. Mostra em espaço publico. Informações: cinemarajo@gmail.com